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 <title>stas&#039;den - filosofia</title>
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 <description></description>
 <language>en</language>
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 <title>A la Lovecraft</title>
 <link>http://sysd.org/stas/node/203</link>
 <description>&lt;p&gt;&lt;img src=&quot;http://sysd.org/stas/files/active/0/orabanms2.jpg&quot; border=&quot;0&quot; alt=&quot;Cthulhu&quot;&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Olhar para o Windows Vista me remete a um cadáver pútrido e repugnante que, através da horrenda e contranatural mímica do embalsamento e seus adornos frios e cintilantes, tenta ocultar o seu interior vazio pululante de vermes e miasmas da decomposição...&lt;/p&gt;
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 <category domain="http://sysd.org/stas/taxonomy/term/39">computadores</category>
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 <pubDate>Thu, 01 May 2008 21:40:57 -0300</pubDate>
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 <title>Anti-competitivismo!</title>
 <link>http://sysd.org/stas/node/200</link>
 <description>&lt;p&gt;Sou contra fazer algo para ontem, para servir apenas para hoje, e para ser descartado amanhã.&lt;/p&gt;
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 <pubDate>Wed, 23 Apr 2008 22:29:46 -0300</pubDate>
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 <title>Malditos &quot;protetores do meio-ambiente&quot;!</title>
 <link>http://sysd.org/stas/node/198</link>
 <description>&lt;p&gt;Hoje, atravessando Sampa de busão, vi dentro do mesmo o seguinte anuncio:&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;i &gt;&quot;Chuveiro Elétrico:&lt;br /&gt;
É um dos equipamentos que mais consome energia.&lt;br /&gt;
Evite seu uso no horário de pico (18 às 21h).&quot;&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A minha indignação não tardou. Como, e quando usarei o &lt;b &gt;meu&lt;/b&gt; chuveiro elétrico, é problema &lt;b &gt;meu&lt;/b&gt;. Se a distribuidora de energia elétrica foi incapaz de projetar um sistema que suporte a demanda, o problema é &lt;b &gt;deles&lt;/b&gt;! Ninguém mandou cortar gastos aqui e ali, cruzar os dedos, e rezar para que daqui a &lt;code &gt;X&lt;/code&gt; anos a coisa aguente!&lt;br /&gt;
Por mim, deveria ser promovida uma ação &quot;terrorista&quot; do tipo daquelas dos tempos dourados do &lt;a href=&quot;http://pt.wikipedia.org/wiki/IRC&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;IRC&lt;/a&gt;: uma demanda exagerada planejada para derrubar o serviço (&lt;a href=&quot;http://pt.wikipedia.org/wiki/DDoS&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;DDoS&lt;/a&gt;).&lt;br /&gt;
Proponho um audacioso &lt;a href=&quot;http://pt.wikipedia.org/wiki/Flash_mob&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;flash mob&lt;/a&gt;: todos os antipatizantes, liguem todos os seus respectivos eletrodomésticos numa data (a combinar), que ficará para sempre na memória dos &lt;i &gt;pseudo-protetores-do-meio-ambiente&lt;/i&gt; &lt;img src=&quot;misc/smileys/evil.png&quot; title=&quot;Evil&quot; alt=&quot;Evil&quot; /&gt;&lt;/p&gt;
</description>
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 <pubDate>Wed, 23 Apr 2008 00:57:39 -0300</pubDate>
</item>
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 <title>Fé na Ciência</title>
 <link>http://sysd.org/stas/node/189</link>
 <description>&lt;p&gt;Há algum tempo (&lt;i &gt;in fact&lt;/i&gt; após ler um pouco de &lt;a href=&quot;http://pt.wikipedia.org/wiki/Wilhelm_Reich&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;Wilhelm Reich&lt;/a&gt;), venho criticando a ciência moderna. Especialmente, na mídia popular, como a decadente revista Superinteressante (já foi boa, já foi boa). E, felizmente, tem gente que está fazendo o oposto, como, por exemplo, o autor deste artigo (&lt;b &gt;em inglês!&lt;/b&gt;): &lt;a href=&quot;http://www.badastronomy.com/bablog/2008/02/18/is-science-faith-based/&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;Is science faith-based?&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
A princípio, concordo com tudo o que o cara disse.&lt;br /&gt;
Exceto a prepotência de achar que podemos realmente observar TUDO ao redor &lt;img src=&quot;misc/smileys/puzzled.png&quot; title=&quot;Puzzled&quot; alt=&quot;Puzzled&quot; /&gt;&lt;br /&gt;
Uns 5 mil anos atrás, o ser humano só podia observar objetos relativamente grandes (mas não muito) em espectro visível e escutar frequências de 20 Hz a 20 KHz.&lt;br /&gt;
Depois, na idade média, inventaram a luneta, o microscópio, o estetoscópio. Depois, descobriram o eletromagnetismo, os raios X.&lt;br /&gt;
Pois é, &lt;b &gt;HOJE&lt;/b&gt; dá para &quot;observar&quot; os componentes dos prótons e nêutrons, e também dá para enxergar coisas que ficam a ± 20 bilhões de anos-luz. Mas quem disse que &lt;b &gt;esse&lt;/b&gt; é o final?!&lt;br /&gt;
Então, &lt;b &gt;SIM&lt;/b&gt;, existe a &lt;b &gt;FÉ&lt;/b&gt; de que além do que podemos imaginar as coisas continuem ± assim como as enxergamos &lt;img src=&quot;misc/smileys/tongue.png&quot; title=&quot;Sticking out tongue&quot; alt=&quot;Sticking out tongue&quot; /&gt;&lt;/p&gt;
</description>
 <category domain="http://sysd.org/stas/taxonomy/term/40">crítica</category>
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 <pubDate>Thu, 13 Mar 2008 13:04:58 -0300</pubDate>
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<item>
 <title>Yin &amp; Yang</title>
 <link>http://sysd.org/stas/node/178</link>
 <description>&lt;p&gt;A Fabi está lendo &lt;a href=&quot;http://www.amazon.com/Secrets-Millionaire-Mind-Mastering-Wealth/dp/0060763280/ref=sr_1_2?ie=UTF8&amp;amp;s=books&amp;amp;qid=1201180999&amp;amp;sr=1-2&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;&quot;Os Segredos da Mente Milionária&quot;&lt;/a&gt; (T. Harv Eker, assunto: auto-ajuda).&lt;br /&gt;
O Stas está lendo &lt;a href=&quot;http://www.amazon.com/Emperors-New-Mind-Concerning-Computers/dp/0192861980/ref=sr_1_1?ie=UTF8&amp;amp;s=books&amp;amp;qid=1201180840&amp;amp;sr=1-1&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;&quot;A Mente Nova do Rei&quot;&lt;/a&gt; (Roger Penrose, assunto: filosofia).&lt;br /&gt;
Opostos se atraem &lt;img src=&quot;misc/smileys/smile.png&quot; title=&quot;Smiling&quot; alt=&quot;Smiling&quot; /&gt;&lt;/p&gt;
</description>
 <category domain="http://sysd.org/stas/taxonomy/term/42">engraçado</category>
 <category domain="http://sysd.org/stas/taxonomy/term/36">filosofia</category>
 <category domain="http://sysd.org/stas/taxonomy/term/55">livros</category>
 <pubDate>Thu, 24 Jan 2008 11:13:03 -0200</pubDate>
</item>
<item>
 <title>Nostalgia</title>
 <link>http://sysd.org/stas/node/176</link>
 <description>&lt;p&gt;
Por que o &quot;antes&quot; é sempre melhor do que &quot;agora&quot;? As pessoas adoram
dizer: &quot;nos meus tempos, as coisas eram...&quot;; aí segue uma imensa lista
de comparações das coisas incomparáveis...&lt;br&gt;
Cartas eram melhores do que emails. LPs eram melhores do que CDs, e
certamente melhores do que MP3. Máquinas fotográficas de filme eram
melhores do que as digitais. Móveis também duravam mais. A vida não
tinha tanto &lt;i&gt;stress&lt;/i&gt;.
As pessoas tinham mais respeito.&lt;br&gt;
Livros de papel, obviamente, eram melhores do que o texto baixado da
Internet e lido da tela de LCD. Tomo coragem de continuar
especificamente esta linha de raciocínio. Pergaminhos eram melhores do
que livros de papel. Papiro era melhor do que pergaminho. E, e claro, a
melhor forma de se preservar e transmitir o conhecimento era nada mais
nada menos que a pedra lascada!&lt;br&gt;
Para mim, tais afirmações não passam da reação rancorosa daqueles que
se sentem ultrapassados. A incapacidade de se adaptar à nova forma do
mesmo conteúdo faz as pessoas se sentirem velhas e burras.&lt;br&gt;
Devemos preservar o passado? As tradições? As culturas dos povos
esquecidos? O passado fala por si só. As grandes verdades do passado
continuam as mesmas nos dias de hoje. Só mudam de forma, se entrelaçam,
evoluem.&lt;br&gt;
Tentar provar que uma idéia do passado ainda tem valor é a mesma coisa
que estar inseguro, no fundo da alma...
&lt;/p&gt;</description>
 <category domain="http://sysd.org/stas/taxonomy/term/40">crítica</category>
 <category domain="http://sysd.org/stas/taxonomy/term/36">filosofia</category>
 <pubDate>Wed, 23 Jan 2008 17:19:42 -0200</pubDate>
</item>
<item>
 <title>Viva o  Grande Mário Quintana!!!</title>
 <link>http://sysd.org/stas/node/175</link>
 <description>&lt;p&gt;Sou fã incondicional de Mário Quintana...seu humor sarcástico e ácido muitas vezes já se confundiu com o que sinto em relação a vida!!! Noutros versos ele demonstrou pura simplicidade nos exibindo imagens de um cotidiano bucólico entretanto impactantes. I-N-T-E-N-S-I-D-A-D-E...é assim que enxergo o Mário...&lt;br /&gt;
Particularmente a estrofe que mais considero como verdadeira em nosso espelho mágico, segue abaixo:&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;De como perdoar aos inimigos&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Perdoas...és cristão...bem o compreendo....&lt;br /&gt;
E é mais cômodo, em suma,&lt;br /&gt;
Não desculpes, porém, coisa nenhuma,&lt;br /&gt;
Que eles bem sabem o que estão fazendo....&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Mário ironiza a moral cristã....que diz para oferecermos a outra face e perdoarmos quem de alguma forma nos prejudicou, nos deu uma rasteira, representou a pedra no caminho,rss,...&lt;br /&gt;
 Acredito que bem lá no fundo, ninguém perdoa de fato!!! Sempre fica um ranço...uma pequena mágoa...que o tempo vai se encarregando de tornar amarelada ou translúcida, e que fica guardada nas gavetas das lembranças!!&lt;/p&gt;
</description>
 <category domain="http://sysd.org/stas/taxonomy/term/36">filosofia</category>
 <category domain="http://sysd.org/stas/taxonomy/term/35">poesia</category>
 <pubDate>Mon, 21 Jan 2008 21:57:28 -0200</pubDate>
</item>
<item>
 <title>Filmes quebra-cabeças</title>
 <link>http://sysd.org/stas/node/171</link>
 <description>&lt;p&gt;
&lt;a href=&quot;http://www.menteaberta.globolog.com.br/#456262&quot;
 target=&quot;_blank&quot;&gt;Blog Mente Aberta&lt;/a&gt; publicou
recentemente a lista dos 25 filmes mais &lt;span
 style=&quot;font-style: italic;&quot;&gt;cabulosos&lt;/span&gt;:
&lt;ul&gt;
  &lt;li&gt;8 1/2
de Fellini (1963)&lt;/li&gt;
  &lt;li style=&quot;text-decoration: line-through;&quot;&gt;21 Gramas
(2003)&lt;/li&gt;
  &lt;li&gt;Afogando em Números (1988)&lt;/li&gt;
  &lt;li&gt;Alucinações do Passado (1990)&lt;/li&gt;
  &lt;li&gt;Amnésia (2000)&lt;/li&gt;
  &lt;li style=&quot;text-decoration: line-through;&quot;&gt;Brilho Eterno
de uma Mente sem Lembranças (2004)&lt;/li&gt;
  &lt;li&gt;Cidadão Kane (1941)&lt;/li&gt;
  &lt;li&gt;Cidade dos Sonhos (2001)&lt;/li&gt;
  &lt;li style=&quot;text-decoration: line-through;&quot;&gt;Crash - No
Limite (2004)&lt;/li&gt;
  &lt;li style=&quot;text-decoration: line-through;&quot;&gt;Cubo (1997)&lt;/li&gt;
  &lt;li style=&quot;text-decoration: line-through;&quot;&gt;Efeito
Borboleta (2004)&lt;/li&gt;
  &lt;li&gt;Esse Obscuro Objeto do Desejo &lt;/li&gt;
  &lt;li&gt;Intolerância (1994)&lt;/li&gt;
  &lt;li&gt;Magnólia (1999)&lt;/li&gt;
  &lt;li&gt;Mistérios e Paixões (1991)&lt;/li&gt;
  &lt;li&gt;&lt;span style=&quot;text-decoration: line-through;&quot;&gt;A
Passagem (2005)&lt;/span&gt; &lt;/li&gt;
  &lt;li&gt;Persona (1966)&lt;/li&gt;
  &lt;li&gt;Pi (1998)&lt;/li&gt;
  &lt;li&gt;Preso na Escuridão (1997)&lt;/li&gt;
  &lt;li style=&quot;text-decoration: line-through;&quot;&gt;Pulp Fiction
- Tempo de Violência (1994)&lt;/li&gt;
  &lt;li style=&quot;text-decoration: line-through;&quot;&gt;Quero Ser
John Malkovitch (1999)&lt;/li&gt;
  &lt;li&gt;O Ritual dos Sádicos (1970) &lt;/li&gt;
  &lt;li&gt;Shortcuts (1993)&lt;/li&gt;
  &lt;li&gt;Terra em Transe (1967)&lt;/li&gt;
  &lt;li&gt;Videodrome (1983)
  &lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
Assisti (ou, pelo menos, &lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;lembro&lt;/span&gt;
de ter assistido) apenas 8 desses. Espero assistir o resto ainda em
2008 &lt;img src=&quot;misc/smileys/wink.png&quot; title=&quot;Eye-wink&quot; alt=&quot;Eye-wink&quot; /&gt;
&lt;br&gt;&lt;br&gt;
&lt;/p&gt;</description>
 <category domain="http://sysd.org/stas/taxonomy/term/50">atualidades</category>
 <category domain="http://sysd.org/stas/taxonomy/term/47">filmes</category>
 <category domain="http://sysd.org/stas/taxonomy/term/36">filosofia</category>
 <category domain="http://sysd.org/stas/taxonomy/term/38">internet</category>
 <pubDate>Wed, 16 Jan 2008 10:54:42 -0200</pubDate>
</item>
<item>
 <title>O novo é o já bem-esquecido antigo</title>
 <link>http://sysd.org/stas/node/153</link>
 <description>&lt;p&gt;Recentemente, li os livros &quot;O Guia do Mochileiro das Galáxias&quot; (de Douglas Adams) e &quot;Neuromancer&quot; (de William Gibson)... Não pude deixar de notar a semelhança dos mesmos com os &quot;hits&quot; da atualidade: o site colaborativo Wikipedia e o filme The Matrix, respectivamente. Na verdade, queria postar aqui justamente as semelhanças das idéias antigas e das novas. Mas alguém já fez isto por mim, portanto faço minhas as palavras destes autores (em inglês!):&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href=&quot;http://64.233.169.104/search?q=cache:AtoWsEd4Q14J:www.matrix-explained.com/php/viewtopic.php%3Ft%3D435&amp;amp;hl=en&amp;amp;ct=clnk&amp;amp;cd=1&amp;amp;gl=us&amp;amp;client=firefox-a&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;Comparisons between NEUROMANCER and THE MATRIX&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;a href=&quot;http://slate.com/id/2117942&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;Wikipedia is a real-life Hitchhiker&#039;s Guide&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Não é o meu objetivo discutir se estas &quot;coincidências&quot; foram ou não intencionais... Mas sempre fico intrigado nos casos como este, quando as idéias parecem viver independentemente das mentes dos seus criadores. Basta alguém ver alguma coisa, mesmo que seja somente de realce, e ela &quot;contamina&quot; a mente, para hibernar e depois ressurgir num momento oportuno.&lt;br /&gt;
Não que eu acredite em &lt;a href=&quot;http://pt.wikipedia.org/wiki/Meme&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;&lt;i &gt;memes&lt;/i&gt;&lt;/a&gt;, mas tem coisa aí &lt;img src=&quot;misc/smileys/smile.png&quot; title=&quot;Smiling&quot; alt=&quot;Smiling&quot; /&gt;&lt;/p&gt;
</description>
 <category domain="http://sysd.org/stas/taxonomy/term/36">filosofia</category>
 <category domain="http://sysd.org/stas/taxonomy/term/38">internet</category>
 <category domain="http://sysd.org/stas/taxonomy/term/55">livros</category>
 <category domain="http://sysd.org/stas/taxonomy/term/41">resenha</category>
 <pubDate>Sun, 09 Sep 2007 21:40:50 -0300</pubDate>
</item>
<item>
 <title>Outra divagação...</title>
 <link>http://sysd.org/stas/node/133</link>
 <description>&lt;p&gt;Se alguém ocupasse 99% da sua mente com as questões existenciais, o 1% restante seria... Existir?!?! &lt;img src=&quot;misc/smileys/puzzled.png&quot; title=&quot;Puzzled&quot; alt=&quot;Puzzled&quot; /&gt;&lt;/p&gt;
</description>
 <category domain="http://sysd.org/stas/taxonomy/term/36">filosofia</category>
 <category domain="http://sysd.org/stas/taxonomy/term/53">frases &amp; pensamentos</category>
 <pubDate>Fri, 22 Jun 2007 01:12:42 -0300</pubDate>
</item>
<item>
 <title>Processos de seleção</title>
 <link>http://sysd.org/stas/node/132</link>
 <description>&lt;p&gt;Não sei quanto a você, mas do meu ponto de vista, os processos de seleção para uma vaga num emprego estão ficando cada vez mais esdrúxulos. Acredito que tudo tenha começado com um &quot;inofensivo&quot; teste de Q.I. (no sentido de &quot;Quociente de Inteligência&quot;, e não &quot;Quem Indica&quot; &lt;img src=&quot;misc/smileys/tongue.png&quot; title=&quot;Sticking out tongue&quot; alt=&quot;Sticking out tongue&quot; /&gt;). Daí vieram as dinâmicas de grupo... E as coisas foram se tornando cada vez mais agressivas para o candidato. Além da invasão da privacidade do candidato (googlando o nome dele, por exemplo, ou obrigando a passar por exames médicos), já vi coisas bem sacanas, como, por exemplo, marcar a entrevista às 14:00, e deixar o cara esperando, até, digamos, 16:00, enquanto as suas reações estão sendo observadas através de uma câmera escondida.&lt;br /&gt;
Pô, pra quê tantas enrolações, vamos direto ao ponto, o caso extremo da evolução do &lt;i &gt;capitalismo selvagem&lt;/i&gt;!!! Proponho uma arena... Hmmmm, em forma de uma gaiola, é claro. Lá, enfiamos todos os candidatos. Também trancamos com eles algumas feras selvagens (na falta das mesmas, podem ser os chefes da própria empresa!). Jogamos na gaiola algumas armas: paus, pedras, machados, lanças, ganchos, atiradeiras, etc. (OK, as sucatas do setor de TI da empresa também servem!). Quem sair com vida, está contratado!!!&lt;br /&gt;
E, de quebra, este processo de seleção automaticamente baixa a taxa de desemprego &lt;img src=&quot;misc/smileys/lol.png&quot; title=&quot;Laughing out loud&quot; alt=&quot;Laughing out loud&quot; /&gt;&lt;br /&gt;
Que tal?!?! Acho bom ir se preparando, viu....&lt;/p&gt;
</description>
 <category domain="http://sysd.org/stas/taxonomy/term/40">crítica</category>
 <category domain="http://sysd.org/stas/taxonomy/term/36">filosofia</category>
 <category domain="http://sysd.org/stas/taxonomy/term/52">psicologia</category>
 <category domain="http://sysd.org/stas/taxonomy/term/43">sarcasmo</category>
 <pubDate>Thu, 31 May 2007 15:43:36 -0300</pubDate>
</item>
<item>
 <title>Vida dura...</title>
 <link>http://sysd.org/stas/node/131</link>
 <description>&lt;p&gt;Uma vez, li uma criatura acéfala proferir: &lt;i &gt;&quot;a vida não é difícil, a gente que complica&quot;&lt;/i&gt;.&lt;br /&gt;
Discordo em gênero, número e grau!!! Eis o porquê. Em outro dia, li outra criatura (a qual dou muito mais crédito, por sinal) comentar que &lt;i &gt;&quot;a inteligência de uma pessoa se reflete na capacidade de pensar em duas idéias opostas, simultaneamente&quot;&lt;/i&gt;. Mas é claro, pensar em duas coisas antagônicas é inerentemente difícil, já que exige decisões, e o ser humano é avesso às decisões, por natureza. Assim sendo, a vida só não é difícil para aqueles que nunca tiveram que pensar simultaneamente em duas idéias opostas... Aqueles que não precisaram tomar decisões... Aqueles que não tiveram responsabilidades...&lt;br /&gt;
...E isso pode ser chamado de... &lt;b &gt;VIDA&lt;/b&gt;?!?!&lt;/p&gt;
</description>
 <category domain="http://sysd.org/stas/taxonomy/term/40">crítica</category>
 <category domain="http://sysd.org/stas/taxonomy/term/36">filosofia</category>
 <category domain="http://sysd.org/stas/taxonomy/term/43">sarcasmo</category>
 <pubDate>Tue, 08 May 2007 11:24:50 -0300</pubDate>
</item>
<item>
 <title>Divagações sobre a parapsicologia</title>
 <link>http://sysd.org/stas/node/130</link>
 <description>&lt;p&gt;&lt;small&gt;&quot;Consider this. If a paranormalist could really give an
unequivocal
demonstration of telepathy (precognition, psychokinesis, reincarnation,
whatever it is), he would be the discoverer of a totally new principle
unknown to physical science. The discoverer of the new energy field
that links mind to mind in telepathy, or of the new fundamental force
that moves objects around a table top, deserves a Nobel prize and would
probably get one. If you are in possession of this revolutionary secret
of science, why not prove it and be hailed as the new Newton? Of
course, we know the answer. You can&#039;t do it. You are a fake.&quot;
&lt;/small&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p align=&quot;right&quot;&gt;&lt;i&gt;(Richard Dawkins,
cita&amp;ccedil;&amp;atilde;o extraida do
&lt;a
 href=&quot;http://en.wikiquote.org/wiki/Richard_Dawkins#Human_Gullibility_Beyond_Belief&quot;
 target=&quot;_blank&quot;&gt;Wikiquote&lt;/a&gt;)&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;
O problema aqui &amp;eacute; a demostra&amp;ccedil;&amp;atilde;o
inequ&amp;iacute;voca. Ali&amp;aacute;s, &amp;eacute;
hil&amp;aacute;ria a
refer&amp;ecirc;ncia ao &lt;a
 href=&quot;http://pt.wikipedia.org/wiki/Isaac_Newton&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;Newton&lt;/a&gt;!
Foi ele, junto com o &lt;a
 href=&quot;http://pt.wikipedia.org/wiki/Descartes&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;Descartes&lt;/a&gt;,
que instaurou o
conceito da &quot;realidade tang&amp;iacute;vel&quot;, pelo qual tudo o que
existe pode ser
medido empiricamente. Para mim, a cl&amp;aacute;ssica &lt;a
 href=&quot;http://pt.wikipedia.org/wiki/Experi%C3%AAncia_da_dupla_fenda&quot;
 target=&quot;_blank&quot;&gt;experi&amp;ecirc;ncia da dupla fenda&lt;/a&gt;
&amp;eacute; uma&amp;nbsp;demostra&amp;ccedil;&amp;atilde;o
inequ&amp;iacute;voca que a realidade&amp;nbsp;&lt;b&gt;N&amp;Atilde;O
&amp;Eacute;&lt;/b&gt; tang&amp;iacute;vel &lt;img src=&quot;misc/smileys/tongue.png&quot; title=&quot;Sticking out tongue&quot; alt=&quot;Sticking out tongue&quot; /&gt;
&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;
Mas enfim... Existem milhares de cientistas (e pseudo-cientistas!)
procurando algum medidor de &lt;i&gt;&quot;&lt;a
 href=&quot;http://pt.wikipedia.org/wiki/Psi_%28parapsicologia%29&quot;
 target=&quot;_blank&quot;&gt;psi&lt;/a&gt;&quot;&lt;/i&gt;, &lt;i&gt;&quot;&lt;a
 href=&quot;http://pt.wikipedia.org/wiki/Ki&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;chi&lt;/a&gt;&quot;&lt;/i&gt;,
&lt;i&gt;&quot;&lt;a href=&quot;http://pt.wikipedia.org/wiki/Org%C3%B4nio&quot;
 target=&quot;_blank&quot;&gt;orgone&lt;/a&gt;&quot;&lt;/i&gt;, &lt;i&gt;&quot;&lt;a
 href=&quot;http://pt.wikipedia.org/wiki/Aura&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;aura&lt;/a&gt;&quot;&lt;/i&gt;
ou seja qual
for o nome. O problema &amp;eacute; que dificilmente aqueles que
s&amp;atilde;o capazes de
replicar o fen&amp;ocirc;meno paranormal saberiam med&amp;iacute;-lo
quantitativamente; e
aqueles que s&amp;atilde;o capazes de medir, dificilmente acreditam na
exist&amp;ecirc;ncia
do pr&amp;oacute;prio fen&amp;ocirc;meno.
&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;
Ent&amp;atilde;o, a telepatia (e afins) s&amp;oacute; ser&amp;aacute;
&quot;descoberta&quot; quando algu&amp;eacute;m desistir
da id&amp;eacute;ia de que um receptor com antena &amp;eacute; capaz de
detectar as &quot;ondas
cerebrais&quot; pela altera&amp;ccedil;&amp;atilde;o de
frequ&amp;ecirc;ncia/amplitude de uma onda
eletromagn&amp;eacute;tica...
&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;
Ali&amp;aacute;s, na semana passada li num &lt;a
 href=&quot;http://www.edmitchellapollo14.com/naturearticle.htm&quot;
 target=&quot;_blank&quot;&gt;artigo&lt;/a&gt; uma id&amp;eacute;ia
interessante: aquilo
que chamamos de &quot;ru&amp;iacute;do&quot;, em qualquer meio, n&amp;atilde;o
&amp;eacute; necessariamente um
ru&amp;iacute;do! Por exemplo, se sintonizar um receptor na
frequ&amp;ecirc;ncia de um
sat&amp;eacute;lite &lt;a href=&quot;http://pt.wikipedia.org/wiki/GPS&quot;
 target=&quot;_blank&quot;&gt;GPS&lt;/a&gt; e ligar um
oscilosc&amp;oacute;pio na sa&amp;iacute;da, a onda ser&amp;aacute;,
aparentemente, um ru&amp;iacute;do totalmente ca&amp;oacute;tico e sem
informa&amp;ccedil;&amp;atilde;o alguma.
&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;
Por&amp;eacute;m qualquer localizador GPS &amp;eacute; capaz de extrair
a leitura exata do
rel&amp;oacute;gio at&amp;ocirc;mico do sat&amp;eacute;lite a partir
desse sinal. Uma transfer&amp;ecirc;ncia
digital encriptada tamb&amp;eacute;m parecer&amp;aacute;
aleat&amp;oacute;ria. S&amp;oacute; conseguimos decifrar a
mensagem por que sabemos que a mensagem existe...
&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;
Portanto, n&amp;atilde;o &amp;eacute; exatamente uma boa
id&amp;eacute;ia enfiar trocentos eletrodos na
cabe&amp;ccedil;a de uma cobaia e ver os gr&amp;aacute;ficos das
rea&amp;ccedil;&amp;otilde;es aos diferentes
est&amp;iacute;mulos; talvez seja mais eficaz usar um sistema do tipo
do &lt;a href=&quot;http://pt.wikipedia.org/wiki/SETI&quot;
 target=&quot;_blank&quot;&gt;SETI&lt;/a&gt; para
detectar algum padr&amp;atilde;o sistem&amp;aacute;tico no caos &lt;img src=&quot;misc/smileys/wink.png&quot; title=&quot;Eye-wink&quot; alt=&quot;Eye-wink&quot; /&gt; &lt;/p&gt;
</description>
 <category domain="http://sysd.org/stas/taxonomy/term/40">crítica</category>
 <category domain="http://sysd.org/stas/taxonomy/term/36">filosofia</category>
 <category domain="http://sysd.org/stas/taxonomy/term/38">internet</category>
 <category domain="http://sysd.org/stas/taxonomy/term/49">misticismo</category>
 <category domain="http://sysd.org/stas/taxonomy/term/52">psicologia</category>
 <pubDate>Thu, 03 May 2007 11:18:06 -0300</pubDate>
</item>
<item>
 <title>Sobre profissões</title>
 <link>http://sysd.org/stas/node/127</link>
 <description>&lt;p&gt;Há algum tempo venho refletindo sobre as escolhas profissionais... A primeira coisa que há de muito errado com as escolhas profissionais é: elas devem ser feitas com 17-18 anos. Um pouco cedo! Porém ainda melhor do que há alguns séculos, quando a profissão era familiar e herdada de pai para filho ¬¬&lt;br /&gt;
Mas ainda existe um grande &quot;tradicionalismo&quot; para a escolha da profissão. Por um bom tempo, as carreiras mais promissores eram de advogado, engenheiro e médico. Para algumas pessoas, ainda são. Para outras, mais &quot;modernas&quot;, o sonho é ser o próprio chefe; o dono do próprio negócio, etc.&lt;br /&gt;
Seria isso o tal do &quot;senso comum&quot;?! Se for, está bastante equivocado, como todo bom senso comum &lt;img src=&quot;misc/smileys/tongue.png&quot; title=&quot;Sticking out tongue&quot; alt=&quot;Sticking out tongue&quot; /&gt;&lt;br /&gt;
Não vou comentar nada sobre advogados ou médicos: existem inúmeros excelentes livros e filmes que abordam o tema.&lt;br /&gt;
Agora, quanto a engenheiros... Como o meu vizinho engenheiro fala: &quot;Olha a seu redor. &lt;b &gt;Tudo&lt;/b&gt; foi projetado por engenheiros!&quot;. Sim, concordo, engenheiro pôs a mão em tudo, realmente, sem eles não teríamos evolução tecnológica nenhuma. Mas o que acontece é que... Um bom trabalho do engenheiro, ninguém enxerga. O engenheiro só faz as coisas funcionar.&lt;br /&gt;
Por exemplo: um carro. Um engenheiro projetou o motor, mas quem leva o crédito? Algum designer. Todos interagem com o carro por fora e por dentro. Mas poucos interagem e se preocupam com o tal do motor... Tem que funcionar. Se não funcionou, maldito seja o engenheiro que projetou!&lt;br /&gt;
Outro exemplo: um prédio. Existem dezenas de engenheiros envolvidos, mas o prédio não é deles: é do arquiteto. As pessoas dirão se o prédio é bonito, bem-planejado, mas (quase) ninguém levará em consideração o cálculo estrutural.&lt;br /&gt;
Profissão ingrata, enfim! Muito e muito poucos engenheiros evoluem até o ponto de liderar algum projeto... Os outros estudam sem parar para depois ninguém notar o seu esforço (ou xingar a falta de esforço, o que ocorre mais frequentemente &lt;img src=&quot;misc/smileys/wink.png&quot; title=&quot;Eye-wink&quot; alt=&quot;Eye-wink&quot; /&gt;)...&lt;br /&gt;
Já a &quot;evolução pessoal&quot; é a tendência moderna. Daria para divagar muito sobre todas essas coisas como a liderança, , o dinamismo, o espírito de equipe, o espírito empreendedor, etc., etc.&lt;br /&gt;
Daí todo mundo que se acha dotado dessas características que abrir o próprio negócio. Ser o próprio chefe. Ledo engano! O feitiço vira contra o feiticeiro, e aquele que é um &quot;bom líder&quot; na verdade tem inúmeros chefes. A começar pelos clientes. O chefe (competente) de qualquer empresa na verdade está servindo a todos os clientes. E a todos os funcionários. Ao mesmo tempo! Um destino nada invejável, se for pensar...&lt;br /&gt;
...As pessoas se enganam muito quanto às suas (potenciais) profissões, né?! Espero que não seja o seu caso &lt;img src=&quot;misc/smileys/wink.png&quot; title=&quot;Eye-wink&quot; alt=&quot;Eye-wink&quot; /&gt;&lt;/p&gt;
</description>
 <category domain="http://sysd.org/stas/taxonomy/term/40">crítica</category>
 <category domain="http://sysd.org/stas/taxonomy/term/36">filosofia</category>
 <category domain="http://sysd.org/stas/taxonomy/term/43">sarcasmo</category>
 <pubDate>Sun, 15 Apr 2007 15:07:02 -0300</pubDate>
</item>
<item>
 <title>Filosofando sobre o amor!!!!</title>
 <link>http://sysd.org/stas/node/126</link>
 <description>&lt;p&gt;Não danifique o amor....ele é um anjo sagrado....&lt;br /&gt;
Não se torture, muito menos o ser amado....&lt;br /&gt;
Isso é profano, fato impensado!!!&lt;br /&gt;
Tudo pode ser resolvido e....quase tudo&lt;br /&gt;
................................falado!!!&lt;br /&gt;
Olhe para o lado&lt;br /&gt;
Não consegue ver nada?! Cuidado!!!&lt;br /&gt;
É que o amor vai murchando..asfixiado..&lt;br /&gt;
Ele ainda respira, sofregamente atordoado...&lt;br /&gt;
Mas permanece esperando...&lt;br /&gt;
A insensatez da razão a lucidez do sentimento&lt;br /&gt;
Coisas totalmente incompatíveis?!&lt;br /&gt;
Será?! É uma dor imensa, - visceral -&lt;br /&gt;
Envolve corpo, alma, são dores...indefiníveis&lt;br /&gt;
Pense só por mais um momento:&lt;br /&gt;
O amor não precisa passar em testes ou provas...&lt;br /&gt;
De forma alguma...exigir do amor que ele seja normal&lt;br /&gt;
Vive-se o amor...sem questionamentos filosóficos...&lt;br /&gt;
O amor não é só felicidade...&lt;br /&gt;
Na verdade, o amor também precisa de dor, de ciúme, de dúvida,&lt;br /&gt;
........................de arrependimentos.....&lt;br /&gt;
Enquanto tudo isso ocorre ao mesmo tempo:&lt;br /&gt;
...................o amor está presente....&lt;br /&gt;
No instante latente....na ferida dilacerante&lt;br /&gt;
O amor está aqui comigo...cabeça em parafuso...&lt;br /&gt;
tudo pode estar confuso....mas o amor é o que conduz...&lt;br /&gt;
O amor dá o ritmo e a razão...o sentido de tudo se faz&lt;br /&gt;
Tb os momentos de crise...Pq não?! Tudo faz parte...&lt;br /&gt;
E só o amor nos faz melhor do que éramos...&lt;br /&gt;
Olhe p/ trás....ainda precisa de mais certezas&lt;br /&gt;
Nossas vidas se amalgmando na arte da difusão...&lt;br /&gt;
Olhe novamente p/ si mesmo...no fundo dos seus olhos&lt;br /&gt;
E realmente se veja!!!&lt;br /&gt;
Aí está o amor...límpido, puro...e regenerado...&lt;br /&gt;
P/ ser usado e abusado!!! Não tem como dimensioná-lo; colocá-lo em escalas métricas?!rs&lt;br /&gt;
Pq vc quer se esconder?! Pq ocultá-lo diante tamanha beleza?!&lt;br /&gt;
O que lhe dá total segurança ou certeza?&lt;/p&gt;
</description>
 <category domain="http://sysd.org/stas/taxonomy/term/48">amor</category>
 <category domain="http://sysd.org/stas/taxonomy/term/36">filosofia</category>
 <category domain="http://sysd.org/stas/taxonomy/term/35">poesia</category>
 <pubDate>Fri, 13 Apr 2007 01:12:38 -0300</pubDate>
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