design
BallDog
Ufffa, finalmente, depois de recomeçar váááááááárias vezes, terminei o trabalho de Projeto V 
Eu suma, isso é um substituto robótico para o cão-guia para cegos. Com a vantagem de não precisar sair para passear, nem de comida, nem de ser levado no veterinário (imagino que essas tarefas sejam um problema sério para um cego realizar).
Como funciona?! O centro do sistema todo é um massivo giroscópio. Além de dar a estabilidade ao veículo de uma roda só e permitir as manobras (sério, ele consegue virar para direita ou para esquerda numa boa! São as mesmas forças que agem num helicóptero
), ele armazena a energia em forma cinética, que depois é convertida em elétrica através de uma bobina.
O BallDog responde a comandos de voz. Ele está ligado ao usuário por 2 cordas, assim podendo indicar a manobra antes mesmo de realizá-la (imagine uma seta do automóvel, só que táctil). Para subir escadas ou andar em transporte público, as cordas são puxadas para dentro do corpo do robô, e assim ele vira uma espécie de uma bolsa, fácil de se transportar.
A navegação é feita por GPS (outdoor) e por acelerômetros e o próprio giroscópio (indoor).
Um comentário final, que na realidade deveria ser inicial: não inventei o conceito; e sim a forma para um conceito pronto! Neste vídeo, uma equipe de pesquisadores de Dinamarca propõe o conceito, esboça o projeto e estima os gastos para o colocar na linha de produção. Palpite deles: 20 milhões de euros!!! Já o custo unitário de venda seria de 10 mil euros. E o retorno estimado: 1 bilhão de euros.

Morre um computeiro... Nasce um designer!
- Meu projeto para concorrer ao Marksman Design Award, de 2005-2006:
- Meu projeto para concorrer ao Marksman Design Award, de 2007-2008:
Digamos que... mudei de paradigma, de lá pra cá 
Falta acertar a única abordagem em comum: fazer o trabalho todo na última semana, tendo o ano inteiro disponível ¬¬




